Como consequência da pandemia mundial do coronavírus, vivenciamos uma transformação súbita nas experiências de consumo e nos formatos de venda. Em apenas dois meses, foi preciso reinventar o produto, o serviço, a divulgação e a entrega.

É visível que a crise está batendo mais forte em quem ainda não tinha um negócio com presença online consolidada. E aqui nem estamos falando de e-commerce, e sim de ter sua marca visível onde o cliente está: os canais digitais.

Quem ainda não aproveitava a visibilidade e as ferramentas que a rede global oferece, na verdade estava perdendo vendas há muito tempo.

Você sabia que no Brasil existem 150 milhões de usuários na internet, e que 85% deles utiliza a rede todos os dias?

Você sabia que estes usuários passam mais de 3 horas diárias em redes sociais?

Você sabia que 89% dos brasileiros usa o WhatsApp e que o WhatsApp Business é uma poderosa máquina de vendas? A taxa de abertura das mensagens é de quase 90%.

90% das pesquisas no Brasil é feita no Google. Se eu procurar seu produto ou serviço lá agora, vou encontrar?

Ainda assim, apenas possuir uma “conta aberta” nas redes sociais não é suficiente. Porque quando falamos em presença digital, estamos falando de conversa. De posicionamento de marca. É preciso conversar pra ter conexão. E é preciso sentir conexão para criar vínculo com seu prospect.

Quantas marcas você vê por aí falando sozinhas no ambiente online? Ou apegadas às métricas da vaidade: curtidas e número de seguidores? 1 post por dia, 10 hashtags, texto com gatilhos mentais e outras dezenas de fórmulas… que não irão estreitar seu relacionamento com seu público. Empatia, personalidade e coerência sim.

A abordagem de vendas em ambiente virtual acontece de forma diferente do aproach à moda antiga. O processo online precisa ser estruturado tendo em mente que, neste ambiente, o seu cliente vem informado, conhece seu produto e o dos seus concorrentes, já verificou sua reputação, é facilmente distraído e quer respostas rápidas. É ele também que escolhe em que canal quer manter o diálogo e sente-se confiante quando percebe consistência no discurso.

E por meio de ações bem planejadas (e executadas) de branding + produção de conteúdo relevante + presença consistente + links patrocinados, é possível cruzar informações e obter dados valiosos para novas estratégias de vendas e de comunicação, cada vez mais robustas.

Comunicação não é linear. É um ciclo, que se renova e não se encerra. 

Qualquer amador sabe fazer posts. Comunicação com estratégia são outros quinhentos. Escolha com critério quem vai gerir a comunicação da sua empresa na internet.

Para redes sociais, a linha de frente deve ser simpática, convidativa e ter perfil solucionador (ou seja, conhecer tudo sobre o negócio).

Para planejamento de conteúdo, deve-se fazer um benchmarking caprichado e conhecer seu público-alvo como a palma da mão.

Para anunciar no Google e em Redes Sociais, é preciso estar antenado às tendências e dominar as potencialidades de cada ferramenta, se não quiser que sua verba escoe pelo ralo.

E logicamente, a atuação no cenário offline deve manter o padrão, com movimentos inteligentes e atendimento afiado. Que funcione para o seu cliente. Aliás, você conhece seu cliente? Podemos falar sobre isso em outro artigo.

Você pode estar no varejo, no ramo de alimentação ou de serviços: sem uma marca forte e operante na internet, você tem grande chance de não crescer. E em um futuro próximo, desaparecer. Porque outras transformações certamente virão, programadas ou não. Aproveite o cenário atual e desenvolva-se no digital.

É possível crescer na crise.

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Fonte das estatísticas: World Internet Stats