Embora o bom e velho boca a boca aliado aos guias de convênio médico ainda funcionem muito bem, é importante se adequar à era digital. Isso porque, atualmente, os consumidores começam a se relacionar com as marcas por meio da internet, mesmo sem sequer ter adquirido suas soluções. Essa mesma lógica se aplica ao Marketing Médico, afinal, os pacientes estão constantemente buscando diversas informações na rede, inclusive avaliações de terceiros para ajudar no processo de escolha do profissional. No entanto, tão importante quanto marcar presença no ambiente digital, é conhecer quais são as limitações legais do Marketing Médico nesse contexto. Por isso, a Conceito Ideal compilou as principais recomendações a seguir!

Para investir em Marketing Médico sem ferir o Código de Ética da profissão é fundamental conhecer o Manual de Publicidade Médica publicado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com o objetivo de orientar as práticas de divulgação dos profissionais da saúde. Em linhas gerais, esse manual veda a divulgação de informações médicas de modo sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. Entenda:

01. Responsabilidade sobre o conteúdo.

No marketing médico é proibido veicular campanhas sem que esteja devidamente indicado o responsável pelo conteúdo ou, ainda, divulgar informações sobre temas aos quais não esteja habilitado. Como alternativa, certifique-se de sempre informar seus números de registros gerais e suas especialidades já registradas no Conselho Regional de Medicina (CRM). Os conselhos regionais são responsáveis por investigar suspeitas de violações e podem aplicar multas, advertências e suspensões de licenças concedidas quando encontradas irregularidades.

02. Não use termos que indiquem superioridade.

Termos que indiquem superioridade em relação aos outros profissionais, como “o(a) melhor” ou “o(a) único(a) que oferece”, são proibidos. Aliás, usar uma linguagem arrogante na comunicação não é recomendado em nenhuma área, há sempre alternativas mais adequadas para demonstrar os seus diferenciais. Cuidado com a autopromoção!

03. Não garanta resultados.

O Manual da Publicidade Médica também não permite que o profissional garanta ao paciente o alcance de determinado resultado. Embora a medicina seja guiada por fundamentos científicos, cada caso é um caso e não é possível assegurar qualquer resultado com total convicção. Mais indicado do que isso seria demonstrar o seu compromisso em diagnosticar e tratar a patologia com afinco.

04. Não use imagem de celebridades.

Ao contrário de muitas marcas que aproveitam a imagem de celebridades para transferir credibilidade ao afirmar que “usou e aprovou”, no Marketing Médico essa não é uma alternativa plausível, de acordo com o manual. Portanto, jamais considere essa opção em seu plano de Marketing Médico.

05. Não divulgue fotos de pacientes.

Também é proibida a utilização de fotos ou selfies de pacientes, especialmente durante atendimentos e cirurgias, para divulgar os seus serviços em anúncios televisivos, impressos ou na internet, ainda que o paciente autorize o uso da sua imagem. Vídeos ou áudios que acabem por promover a concorrência desleal também foram vedados pelo órgão.

06. Não informe preços.

Outra limitação do Marketing Médico refere-se à divulgação de preços de consultas ou procedimentos de qualquer caráter. Além disso, termos como “o mais barato” também estão vedados. Nesse caso, oriente o paciente a entrar em contato com o consultório ou agendar uma consulta para obter informações individualizadas.

07. Não use o sensacionalismo como estratégia.

Criar pânico e senso de urgência no seu público somente para atrair novos pacientes é outra estratégia desaprovada pelo CFM. Sendo assim, atenção para não fazer campanhas apelativas demais, divulgar métodos sem reconhecimento científico, adulterar dados estatísticos para se beneficiar ou denegrir colegas de profissão.

Com essas limitações legais, como fazer Marketing Médico?

Apesar de haver inúmeras limitações, o Marketing Médico é completamente possível. Em geral, as práticas permitidas são aquelas que informam e conscientizam as pessoas a respeito de cuidados com a saúde. Para isso, pode-se, por exemplo:

  • Criar um site, blog e redes sociais com identidade visual própria
  • Produzir conteúdo relevante relacionado à sua especialidade médica em diversos formatos, como blog posts, podcast, e-books, vídeos, entre outro
  • Elaborar panfletos informativos e não comerciais contendo os devidos dados do médico, como nome completo, especialidade e número do CRM
  • Conceder entrevistas com cunho totalmente informativo
  • Manter o relacionamento com o público para esclarecer dúvidas e gerar engajamento
  • E muito mais!

Veja também: 05 dicas de Marketing Médico ético e eficaz para começar a aplicar agora?

E então, entendeu quais são as principais limitações do marketing médico?

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